Today is my day to post. Oe meninos continuam sumidos, mas fazer o que, right? Anyway, sobre o que falar? (Por que sempre decido quando enquanto tô escrevendo?)
Fui ver uma peça ontem, Tom e Vinicius, mas não quero escrever sobre ela. Deixa o Lugui escrever algum dia. Mas só digo que em agosto ela estará em algum teatro do shopping da Gávea e que vale muito a pena ver.
Ok, dica de internet hoje. Para aqueles que estão ligados nas novidades internetísticas e principalmente no youtube, não é novidade que várias pessoas estão saindo da internet para o mundo já um sucesso. Ou seja, elas fazem tanto sucesso na web que pessoas do "mundo real" começam a se interessar e quando as lançam elas já estão estouradas praticamente, é garantia de sucesso. Ótimo para gravadoras, produtoras, e etc. Alguns exemplos são Mallu Magalhães (eca!), Greg Holden (porém,não aqui no Brasil- ainda!), Julia Nunes (apresentações em um proximo post meu ou da Fa, ainda estamos na corrida de quem fala sobre ela primeiro), Vanguart, e so on. A minha dica de hoje é de um menino (sim, menino, porque ele tem somente 18 anos) inglês chamado Charlie que está super bombado na Inglaterra- e não só lá. Mas o que ele faz?, vocês me perguntam. Ele canta? Não. Ele é ator? Não. Ele toca algum instrumento? Também não, queridos! Mas o que the hell esse garoto faz? Well, ele fala. Ok, não é só isso. Vamos contar um pouco a historia de Charlieissocoollike (o nome dele no youtube).
Charlie abriu a conta do youtube pra colocar músicas que ele e seus amigos faziam. Porém, ele acabou não postando nada praticamente e a conta ficou esquecida. Tempos depois ele decidiu fazer alguma coisa com aquela conta e começou um vlog (vlog= video + blog). Porém, o vlog dele não é um simples relato de sua vida, ele fala sobre coisas das mais variadas e de um jeito bem próprio do Charlie. Daí ele começou a receber vários comentários, muitas pessoas se inscreveram em seu canal, mas ele despontou para a "fama" mesmo quando fez um video chamado "How to be english" que você pode ver aqui http://www.youtube.com/watch?v=BpWqCzru5zk&feature=channel_page que, como o nome do video diz, ensina a uma pessoa comum como ser um típico inglês. Claro que ele exagerou em tudo no video e foi o mais cliché possível, de propósito porque é dificil Charlie falar sério. Com esse video, ele foi até entrevistado em um programa de TV e começou a Charliemania. Seus videos chegaram em primeiro lugar no ranking de mais vistos no youtube UK e eles se mantem nessa lista (nem sempre como 1o) até hoje. Tem muitos inscritos, muitos muitos muitos, de vários países diferentes, que o seguem fervorosamente. Exemplo disso foi umas semanas atras, quando ele viajou para os EUA para ir em um evento de internet (lançamentos de jogos e softwares) no qual ele foi convidado a participar (!) e criou uma nova conta no youtube só para falar sobre esse evento. Muita gente que segue ele no charlieissocoollike se inscreveu nessa pagina també, sendo que ele só ia falar sobre o eventp e duraria o que?, uma semana? Pois é. Charliemania. Ele também incrementou um pouco sua conta com desafios. Ele pede para as pessoas desafiarem ele a fazer coisas, as mais loucas, e ele faz. Ele já se pintou todo de roxo, já (tentou) comeu um vidro inteiro de ketchup, já fez um rap, já vestiu todas as roupas de seu armário, e outras coisas do tipo. Aliás, o video Purple Man, onde ele põe em pratica o desafio de se pintar todo de roxo, é um dos mais vistos pelo povo da Inglaterra até hoje. Enfim, eu acho que vale a pena ver seus videos, porque ele é realmente engraçado e cativante, não sei o que esse meninos tem que te dá vontade de assistí-lo. Depois, como sempre peço, me digam o que acharam!
Beijos!
segunda-feira, 29 de junho de 2009
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Festa Junina
Como estamos na época das tipicas Festas Juninas, e elas fazem parte da cultura do país, hoje vou dar uma dica de uma que eu já fui (ano passado) e que a versão desse ano tá começando hoje.
Arraiá do Shopping Downtown
Dias 26, 27 e 28 de Junho
3, 4 e 5 de Julho
10, 11 e 12 de Julho
A partir das 17h
Tem várias barraquinhas, música ao vivo, quadrilha.
É muito boa, não é muito cara, não paga entrada, só o que você consumir
Com certeza eu irei, só não sei que dia ainda!
Aproveitem o tempo frio pra tomar um quentão, comer um salsichão, uma maçã do amor e se divertir um pouco!
E não esquçam de entrar no clima, nem que seja com uma camisa xadrez, uma maria chiquinha =]
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Horas de Verão.
Fiquei aqui pensando em algo pra escrever, quando me dei conta. Por que só escrever críticas positivas aqui no blog? Por que não escrever algo negativo também? Afinal, não só de sorvete vive o mundo. Então vim fazer uma crítica ao filme que vi hoje, Horas de Verão. O filme está participando do Panorama do Cinema Francês, que está no Espaço de Cinema (pra saber mais sobre o Panorama, volte uns posts e leia).
Fui meio no escuro, sem saber nem qual era a historia do filme. O que encontrei não foi o que eu esperava, mesmo só tendo como base uma foto a gente cria uma historia em cima. A tal foto mostrava um bando de gente reunida num lugar verde e cheio de sol, Pensei, "ok, vai falar sobre a vida dessa família que vive num lugar verde e cheio de sol, e que pelo que parece, é uma família grande". Fala sobre a família sim, mas muito superficialmente.
A história, na verdade, é sobre a casa e os objetos da família. A matriarca da família morre e seus 3 filhos, 2 que não vivem mais na França e 1 que ainda vive e tem muitos filhos (5!), devem decidir o que fazer com a casa e seus pertences. Se toda a angústia e dúvida da venda da casa tivessem sido mais exploradas, as questões que isso traz em cada filho, em cada um dos netos mais velhos (são só 2 mais velhos, os outros são todos muito novos ainda), as lembranças, acontecimentos, se tudo isso fosse mais explorado no filme, talvez ele fosse mais interessante. Mas tudo isso é mostrado muito en passant, muito superficialmente, muito corrido (apesardo filme parecer que não acaba nunca). O diretor (ou roteirista, ou ambos, não sei) decidiu abordar muito mais a parte burocrática, técnica, chata da coisa. Discussões frias sobre testamentos e coisas do tipo. Se nessas discussões houvesse surgido espaço para discutir sentimentos, para mostrar os personagens, teria sido bom. Isso pode ter sido exatamente o que o diretor quis mostrar, a frieza de uma família que no início parecia tão apegada (bem inicio mesmo), a frieza da cidade em contraposição do calor da casa, de seu verde, seu lago, sua beleza, sua vida. Mas ficou chato, muito chato. Muito sem pessoas, muito objeto. Uma das personagens mais interessantes, a filha do filho que ainda mora na França, só aparece no final! E é a melhor parte do filme! É quando a gente consegue ver sentimento, ação, historia, vida! E aí o filme acaba. Faltou isso pro filme, explorar os personagens, seus sentimentos, relações mais a fundo, e não dar tudo de uma forma superficial, dando mais enfase aos objetos. Sem graça.
Fui meio no escuro, sem saber nem qual era a historia do filme. O que encontrei não foi o que eu esperava, mesmo só tendo como base uma foto a gente cria uma historia em cima. A tal foto mostrava um bando de gente reunida num lugar verde e cheio de sol, Pensei, "ok, vai falar sobre a vida dessa família que vive num lugar verde e cheio de sol, e que pelo que parece, é uma família grande". Fala sobre a família sim, mas muito superficialmente.
A história, na verdade, é sobre a casa e os objetos da família. A matriarca da família morre e seus 3 filhos, 2 que não vivem mais na França e 1 que ainda vive e tem muitos filhos (5!), devem decidir o que fazer com a casa e seus pertences. Se toda a angústia e dúvida da venda da casa tivessem sido mais exploradas, as questões que isso traz em cada filho, em cada um dos netos mais velhos (são só 2 mais velhos, os outros são todos muito novos ainda), as lembranças, acontecimentos, se tudo isso fosse mais explorado no filme, talvez ele fosse mais interessante. Mas tudo isso é mostrado muito en passant, muito superficialmente, muito corrido (apesardo filme parecer que não acaba nunca). O diretor (ou roteirista, ou ambos, não sei) decidiu abordar muito mais a parte burocrática, técnica, chata da coisa. Discussões frias sobre testamentos e coisas do tipo. Se nessas discussões houvesse surgido espaço para discutir sentimentos, para mostrar os personagens, teria sido bom. Isso pode ter sido exatamente o que o diretor quis mostrar, a frieza de uma família que no início parecia tão apegada (bem inicio mesmo), a frieza da cidade em contraposição do calor da casa, de seu verde, seu lago, sua beleza, sua vida. Mas ficou chato, muito chato. Muito sem pessoas, muito objeto. Uma das personagens mais interessantes, a filha do filho que ainda mora na França, só aparece no final! E é a melhor parte do filme! É quando a gente consegue ver sentimento, ação, historia, vida! E aí o filme acaba. Faltou isso pro filme, explorar os personagens, seus sentimentos, relações mais a fundo, e não dar tudo de uma forma superficial, dando mais enfase aos objetos. Sem graça.
terça-feira, 23 de junho de 2009
resmungo
Um dos antigos, Plotino, escreveu sobre o processo de criação artística:
É como se, no silogismo causal, a conclusão precedesse as premissas em lugar de provir delas; aqui na da resulta de uma dedução lógica, de uma reflexão; tudo se faz antes que se tire as consequências, antes que se reflita; pois todas essas operações vêm depois, assim como o raciocínio, a demonstração e a prova.
Sim, que a arte coloca a lógica de cabeça-para-baixo é não só evidente, como se trata de uma ideia banal. O trecho de Plotino, no entanto, dá-nos a imagem precisa desta evidência. Tirei-o de um livro que estou lendo esquisitamente: Metáfora e melancolia: ensaios médico-filosóficos, de Jackie Pigeaud (tradução de Ivan Frias. Rio de Janeiro: Editora PUC/Contraponto, 2009). Sempre me interessou demais a relação entre arte e saúde, e uma das propostas do livro é investigar a origem dessa relação, partindo do princípio de que a medicina, para se constituir, imaginou o homem ideal (= saudável, não-doente) como aquele representado pela arte da antiguidade. Ao mesmo tempo, o artista transformou-se desde então num problema para as teorias médicas, já que aparecem sempre com uma saúde bastante frágil, e melancólicos. Aliás, se hoje vemos uma medicina que parece desejar doentizar a sociedade, o conhecimento da história da arte pareceria, na ótica de um desses psiquiatras, uma sucessão de homens obsessivo-compulsivos, bipolares, maníaco-depressivos, etc. capazes de criar maravilhas deliciosas à vida do homem. É preciso sempre resguardar o infinito na ciência e na medicina – que deveria funcionar mais como uma ciência humana do que como uma ciência natural – para que a razão possa, em algum momento mais luminoso, ou melhor, lúcido, perder-se num lugar (o mundo? a arte?) humanamente impensável. Este lugar o homem sempre habita. Este lugar habita-o.
Estive em Minas Gerais. Estive em Inhotim, antiga terra de Nhô Tim, município e também o nome de um centro de arte contemporânea. Foi lá que tirei essa foto, de uma obra de Adriana Varejão, que diz demais.
É como se, no silogismo causal, a conclusão precedesse as premissas em lugar de provir delas; aqui na da resulta de uma dedução lógica, de uma reflexão; tudo se faz antes que se tire as consequências, antes que se reflita; pois todas essas operações vêm depois, assim como o raciocínio, a demonstração e a prova.
Sim, que a arte coloca a lógica de cabeça-para-baixo é não só evidente, como se trata de uma ideia banal. O trecho de Plotino, no entanto, dá-nos a imagem precisa desta evidência. Tirei-o de um livro que estou lendo esquisitamente: Metáfora e melancolia: ensaios médico-filosóficos, de Jackie Pigeaud (tradução de Ivan Frias. Rio de Janeiro: Editora PUC/Contraponto, 2009). Sempre me interessou demais a relação entre arte e saúde, e uma das propostas do livro é investigar a origem dessa relação, partindo do princípio de que a medicina, para se constituir, imaginou o homem ideal (= saudável, não-doente) como aquele representado pela arte da antiguidade. Ao mesmo tempo, o artista transformou-se desde então num problema para as teorias médicas, já que aparecem sempre com uma saúde bastante frágil, e melancólicos. Aliás, se hoje vemos uma medicina que parece desejar doentizar a sociedade, o conhecimento da história da arte pareceria, na ótica de um desses psiquiatras, uma sucessão de homens obsessivo-compulsivos, bipolares, maníaco-depressivos, etc. capazes de criar maravilhas deliciosas à vida do homem. É preciso sempre resguardar o infinito na ciência e na medicina – que deveria funcionar mais como uma ciência humana do que como uma ciência natural – para que a razão possa, em algum momento mais luminoso, ou melhor, lúcido, perder-se num lugar (o mundo? a arte?) humanamente impensável. Este lugar o homem sempre habita. Este lugar habita-o.
Estive em Minas Gerais. Estive em Inhotim, antiga terra de Nhô Tim, município e também o nome de um centro de arte contemporânea. Foi lá que tirei essa foto, de uma obra de Adriana Varejão, que diz demais.
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domingo, 21 de junho de 2009
Livros
Mente totalmente bloqueada hoje.
Não faço a menor idéia sobre o que postar o_O
Pensando...
Nada ainda ¬¬
To blocked. Forgive me, people!
Tá tendo feirinha de livros aqui perto de casa, mas tá meio pobre dessa vez, só umas 4 ou 5 barracas...
Sempre que tem na Carioca ou na Cinelândia eu tento dar uma olhada porque de vez em quando a gente acha algo legal e que vale a pena.
Porque convenhamos, tem uns livros q eles vendem mais caro que nas livrarias! Aí já é abuso.
Mas dessa vez eu achei um, por R$10, que apesar de não ter lido ainda, super vale a pena.
Shakespeare - Tragédias, com 3 histórias: Romeu e Julieta, Macbeth e Otelo.
Ótima achada, não?
E no começo do mês, quando fui no Estação de Cinema assistir um filme italiano, passei naquele sebo que tem lá e trouxe Dracula de Bram Stoker por R$7!
Também não li ainda, só vi o filme (a versão com o Gary Oldman, que, confesso, me conquistou como Sirius Black, e com as piscadinhas que ele dava pro Harry no filme hihih).
No momento to lendo, ou melhor, relendo Harry Potter e o Enigma do Príncipe porque daqui a menos de um mês estréia o filme e como eu li há anos o livro, não lembro de mais nada.
Desculpem o post bagunçado e meio 'diário' demais, mas continuo sem idéias, e achei legal falar de minhas últimas aquisições literárias.
Aproveito pra recomendar a vocês essas feirinhas de livros, porque garimpando bastante se acha muita coisa boa, em meio a uns caindo - literalmente - aos pedaços e a outros novos e caros.
Deixem aí nos comentários o que vocês andam lendo! =]
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Panorama do Cinema Francês
Gente, desculpa por estar postando tarde, mas é que tô doente desde ontem, e bastante indisposta. Por isso meu post vai ser curtinho.
É só pra dizer que tá tendo no Rio e em São Paulo o Panorama do Cinema Francês, mais uma ação do ano da França no Brasil. Aqui no Rio será do dia 19 (abertura no odeon com o filme Mesrine, o inimigo Publico, Primeira parte) ao dia 25 de junho e em São Paulo do dia 16 ao dia 25 de junho, no Reserva Nacional. No Rio, tirando o filme do dia 19, os outros serão exibidos no Espaço de Cinema, em Botafogo. A primeira sessão de todos os filmes será seguido de bate-papo com diretor e atores do filme. E aqui no Rio o ingresso custará 12 reais. O site do panorama está abaixo, e nele encontra-se a programação toda. Recomendo ver o filme Paris, que vi no Festival deCinema do Rio ano passado e está em cartaz no Panorama. É muito bom, e ainda tem o Romain Duris (que fez Albergue Espanhol), que eu particularmente adoro.
Bem, vão e divirtam-se, porque é impossível não se divertir vendo cinema francês, um dos melhores cinemas que existem.
http://www.panoramadocinemafrances.com.br/index.html
É só pra dizer que tá tendo no Rio e em São Paulo o Panorama do Cinema Francês, mais uma ação do ano da França no Brasil. Aqui no Rio será do dia 19 (abertura no odeon com o filme Mesrine, o inimigo Publico, Primeira parte) ao dia 25 de junho e em São Paulo do dia 16 ao dia 25 de junho, no Reserva Nacional. No Rio, tirando o filme do dia 19, os outros serão exibidos no Espaço de Cinema, em Botafogo. A primeira sessão de todos os filmes será seguido de bate-papo com diretor e atores do filme. E aqui no Rio o ingresso custará 12 reais. O site do panorama está abaixo, e nele encontra-se a programação toda. Recomendo ver o filme Paris, que vi no Festival deCinema do Rio ano passado e está em cartaz no Panorama. É muito bom, e ainda tem o Romain Duris (que fez Albergue Espanhol), que eu particularmente adoro.
Bem, vão e divirtam-se, porque é impossível não se divertir vendo cinema francês, um dos melhores cinemas que existem.
http://www.panoramadocinemafrances.com.br/index.html
quarta-feira, 17 de junho de 2009
ER
A série conhecida por aqui como Plantão Médico, nome que levou ao passar na Globo há muitos anos atrás, chegou ao fim esse ano, quando terminou sua décima quinta temporada nos USA.Temporada essa que começou aqui semana passada, pela Warner.

Eu não comecei a acompanhar ER no começo. Não lembro ao certo em qual temporada foi, mas creio ter sido lá pela 6ª.
Não sou chegada a medicina, nunca pensei ser médica na minha vida e confesso ter muito nervoso ao assistir operações, incisões e coisas do tipo.

Mas ER me conquistou, primeiro pelas histórias dos personagens, depois quando começaram a entrar mais profundamente na vida dos pacientes, e até alguns procedimentos médicos conseguiram chamar minha atenção!
Depois de anos acompanhando, é sempre triste quando esses seriados chegam ao fim.
Você chora quando alguém morre, suspira quando um casal se forma, fica apreensivo quando alguém está entre a vida e morte, xinga o Dr. Romano quando ele é escroto com alguém, mas consegue sentir pena quando ele morre tragicamente hehehe
ER te causa várias emoções, te ensina a fazer massagem cardíaca se alguém tiver uma parada cardio-respiratória na sua frente (o que eu sinceramente espero que nunca aconteça) e te faz querer conhecer a Croácia pra ver se todos os homens são que nem o Goran Visnjic hahahaha
Ansiosa pra ver essa temporada, e triste por saber que é a última.
ER com certeza entrou pra lista dos meus seriados preferidos.
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Bestseller.

Já falei muito de música . Praticamente todos os meus posts foram sobre música. Porém, não tenho vontade aora nesse xato momento de falar de outra coisa senão de música. Filme? Não. Teatro? Não. Tv? Não. Livro? Não. Ou melhor, até que pode ser de livro. Isso, vou escrever sobre literatura, deixa eu colocar o nome do livro que vou falar no título do post.
(...)
Pronto, título preenchido. Agora vocês já sabem o nome do livro, é o livro que estou lendo atualmente. Já estou lendo ha dias, semanas, e não acabo nunca, tô levando muito tempo pra ler. Não porque seja ruim ou o livro não engate ou não dê uma curiosidade para saber o que acontecerá. Tudo isso que eu escrevi acontece (o livro É bom, ele ENGATA, e ele DÁ curiosidade de saber o que vai acontecer), mas eu simplesmente ando meio lerda para ler. Mas o livro vale muito a pena.
A história, ah, peraí vou pegar a sinopse em algum lugar porque tô com preguiça de escrever.
"Uma grande história precisa de bons temperos como diamantes, belas mulheres, traições e drogas. E, para completar um cenário fascinante como a Índia, não há melhor protagonista do que um playboy inglês chamado Josh. Ele não tem emprego, nem quer arranjar um, mas, em contrapartida, possui um imenso talento para entrar em confusões, além de um pai rico que se suicidou por overdose de Viagra. Tudo só podia dar num "Bestseller", primeiro romance de Will Rhode, que, com sua experiência como jornalista na Índia, acrescentou uma generosa pitada de veracidade e ação à história."
Ok, isso não resume muito bem o livro e não demonstra como o livro é bom. Na verdade, é a historia de um garoto (ok, ele 30 anos, mas ainda assim) ingles (Joshua King) que está na Índia, mas mais que um playboy, ele é uma pessoa totalmente insegura e de baixissima auto estima. Todos os problemas que ele passa são derivados dessa caracteristica dele. O pai dele, um rico empresario, se suicida com Viagra, e deixa para ele uma carta dizendo que ele deve escrever um bestseller onde ele seja personagem, e só se ele fizer isso Josh receberá sua herança. Daí ele resolve escrever um livro, mas como é um pseudo-jornalista que conhece várias historias da Índia, resolve escrever o livro sobre uma historia real, sobre drogas. E aí é confusão atrás de confusão.
O estilo de Will Rhode, o escritor que também é jornalista, é muito dinamico e engraçado, ao mesmo tempo que tem uma pitada de drama e é extremamente real. Gosto muito desse estilo de escrita, sem palavras rebuscadas e mais coloquial, algo meio fora das regras. O estilo de Will é assim, fora das regras, original, totalmente dele.
sábado, 13 de junho de 2009
Carioquinha
Minha dica de hoje é para os cariocas.Desculpem-me os leitores que não são, ou não moram aqui!
Mas vou falar sobre o Projeto Carioquinha, que dá descontos aos nascidos aqui ou que moram no Rio e Grande Rio.
Esse ano o projeto, que começou em 1º de Junho, vai até o dia 5 de Julho.
Oferece descontos em pontos turísticos e hotéis, e no site tem uma lista completa dos lugares e seus respectivos benefícios.
Desde museus a passeios de asa delta, tem para todos os gostos.
Agora é só fazer um roteiro e não esquecer de levar a carteira de identidade ou o comprovante de residência!
Aproveitem!!! =]
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Greg Holden.

Greg Holden. Quem ainda não me ouviu falar/escrever de Greg Holden levanta a mão. Não tô vendo muitas mãos por aí. Mas isso é porque Greg Holden é bom, muito bom.
Greg Holden começou a anos atrás, com uns 17 anos, a tocar violão porque não se achava bom em nada mais e depois de ver um amigo tocando, pensou "Hm, nisso eu posso ser bom." Anos de prática e muitas músicas compostas por ele depois, agora com 26 anos, Greg está lutando para encontrar seu espaço. Ele posta vídeos no youtube (http://www.youtube.com/user/gdholden) desde 2007, onde aparece tocando suas músicas, que são verdadeiramente lindas. O que mais gosto no Greg é que ele passa toda a emoção que está sentindo ao tocar a música (ele faz os videos quase no instante seguinte que as compoe, por isso a emoção que ele usou para escreve-la ainda está presente) e você sente isso, além de ver. Você sente a música junto com ele, e as músicas são de uma beleza... emocionante, por falta de melhor palavra. Como ele já faz um certo sucesso nomundo youtubístico, Greg agora está fazendo um tour pela Inglaterra, sua terra natal. Ele está de volta depois de alguns meses fora, porque agora ele mora em New York, nos EUA. Foi pra lá porque teria mais oportunidades que em Londres. Quem estiver pela Inglaterra, acho que vale a pena procurar os lugares onde ele vai fazer show (a maioria é de graça ou tem um preço módico) e FALEM QUE FUI EU QUEM INDICOU!!!!!!!! A Liv do youtube, do Brasil, ele vai saber quem é. Pra saber as datas de show, vão em www.myspace.com/gregholden, http://www.gregholdenonline.com/ ou http://www.facebook.com/pages/Greg-Holden/12835855597 . Aproveitem e adicionem ele em todos esses espaços e ouçam suas músicas, pra ver por vocês mesmos como ele é fantástico! (mas pra ouvir mpusicas, o melhor lugar é o youtube, onde você pode ver sua emoção ao cantar) E o sigam no Twitter! http://twitter.com/gregholden
Eu sempre gosto de dar apoio a pessoas que estão começando e tentando arduamente fazer seu trabalho, que é o que realmente amam, por isso estou sempre sempre sempre apoiando o Greg. Vocês deviam dar uma chance a ele, quem sabe com o apoio de vocês ele não passa por aqui e faz um show no meu quarto? Eu juro que convido vocês. (pra entender esse final, clique aqui http://www.youtube.com/watch?v=5ZeTr0hhqfI)
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